CICLISMO

Diogo Costa com balanço positivo da estreia em Sub-23

Diogo Costa, ciclista de Ponte de Lima que alinha no Fortunna-Maia, faz um balanço positivo da sua estreia na categoria de Sub-23.

“Posso dizer que é um balanço positivo, desde o início da época o objetivo principal era adquirir o máximo de experiência e ritmo possível. O meu segundo ano de Júnior foi muito fraco devido há pandemia e, praticamente, não deu para ganhar ritmo e experiência”, começou por referir o ciclista da zona de Ponte de Lima, que adiantou que “este ano procurava, essencialmente, fazer o máximo de provas possíveis e cumpri isso pois, felizmente, a equipa deu-me muitas mais oportunidades do que eu estava à espera e cumpri o calendário português completo, exceto o GP O Jogo. Ainda fui a Espanha fazer duas provas por etapas no final da época”.

“Como era o meu primeiro ano sabia que estava descansado em termos de resultados e objetivos… pois a meta era evoluir o máximo para o próximo ano”, disse Diogo Costa.

“AGRADADO COM O QUE ENCONTREI NOS SUB-23”

O ciclista, que fez a sua Formação na Tensai/Sambiental/Santa Marta refere que “fiquei muito agradado com o que encontrei nos Sub-23. A oportunidade de correr provas com profissionais e outras apenas com Sub-23 ajuda-nos a evoluir e aprender”.

Diogo Costa sente-se, por isso, “mais motivado ainda para trabalhar e singrar neste desporto. Com a subida de Júnior para Sub-23 não sabia bem o que ia encontrar, como eu me ia sair no meio do pelotão profissional e se ia conseguir ajudar a equipa ou se ia sequer fazer alguma prova importante”, mas “felizmente, neste momento, vou para o meu segundo ano de Sub-23 com a certeza que se continuar a dar os passos certos e continuar a trabalhar como tenho feito o futuro será, certamente, o que procuro”.

UM ANO DE APRENDIZAGEM

Quais foram as grandes diferenças que sentiste? “Foram várias… em termos de trabalho posso dizer que treinei o dobro do que treinava em Júnior, a obrigação e a responsabilidade que tinha nas provas era muito maior, embora a equipa nunca me tenha pressionado em nada para eu poder evoluir por mim. Também aprendi imenso em termos de recuperação, alimentação e trabalho algo que não estava muito habituado e certos pormenores que fazem a diferença”.

Para além de marcar presença na maior parte das provas, Diogo Costa também conseguiu chegar ao fim em quase todas as corridas… “O meu objetivo pessoal passava também por acabar o máximo de provas possíveis e consegui cumprir esse objetivo. Acabei todas as provas por etapas em que participei à exceção do GP JN e nas restantes provas de um dia e clássicas também consegui acabar a grande maioria delas”.

Diogo Costa deu por encerrada a época desportiva 2021 com “uma experiência que só se faz uma vez na vida e que me ficou marcada”.

DESAFIO NACIONAL 2 ULTRAPASSADO

O ciclista de Ponte de Lima e os seus colegas da Fortunna-Maia percorreram a Nacional 2, com um total de 738 quilómetros, em 24 horas… “Adorei a experiência” refere Diogo Costa, que questionado sobre qual foi a maior dificuldade salientou que “o que me custou mais foi, sem dúvida, a madrugada. É aquele momento em que o corpo pede mais descanso, a energia é mais baixa e fica muito mais difícil também para nos guiarmos na estrada”.

E o que gostaste mais? “O que mais gostei foi, sem dúvida, a aventura, a experiência e o sentimento de desafio cumprido assim que chegamos”.

Diogo Costa aproveitou o desafio da Nacional 2 para parar e “tirar os dias de férias. Estive completamente parado para recuperar a da época”, mas “já retomei os treinos e já estou a preparar a nova temporada”.

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