CICLISMO

Ricardo Machado: “a minha equipa proporcionou-me grandes experiências”

“A pandemia do Covid-19 estragou muito a época, no entanto, a minha equipa, a Seissa, proporcionou-me grandes experiências e isso tornou-a positiva” foi assim que Ricardo Machado começou por abordar a época velocipédica de 2020.

O ciclista de Braga que alinha na Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulact, que sobe a Sub-23 no final da temporada, já regressou aos treinos, mesmo não sabendo o futuro: “a época terminou há, relativamente, pouco tempo e, por isso, ainda não sei o que o futuro me reserva”, mas “estou a treinar e vou continuar a fazê-lo para melhorar a cada dia”.

Ricardo Machado começou bem a época. Depois de uma acidentada prova em Espanha, o ciclista da Seissa esteve em destaque nas primeiras provas nacionais: no Prémio Cidade de Fafe foi protagonista da fuga do dia, juntamente com Francisco Baia (Bairrada), José Barbosa (UC Trofa) e Diogo Souzinha (AJ Agostinho). No Prémio de Ciclismo de Barroselas Ricardo Machado voltou a dar nas vistas e terminou no pódio uma prova toda ela corrida à chuva e ao frio. O calendário foi, entretanto, suspenso devido à pandemia, mas o ciclista de Braga teve ainda oportunidade de participar no Campeonato Nacional de Contrarrelógio (top40) e de Fundo (top20), bem como em algumas provas de âmbito internacional.

Ricardo Machado viu o seu esforço recompensado quando foi convocado para participar no estágio da Seleção Nacional de Juniores, mais uma das experiências que teve em 2020.

BARROSELAS, GIPUZKOA E LES BOUCLES D’LOISE JÚNIOR

Questionado sobre qual a prova que lhe deu mais prazer, Ricardo Machado foi peremptório… “a mim todas as provas me dão muito gozo, é o que mais gosto de fazer” e adiantou “olhando para as provas que fiz este ano talvez a de Barroselas tenha sido a que me  marcou mais, pela prova em si e pelo resultado, mas a mais incrível deste ano foi a Clássica de Gipuzkoa, não só pelo pelotão, onde estavam grandes equipas, mas por tudo o que caracterizou a prova, a dureza do percurso e das condições climatéricas”.

Pela negativa Ricardo Machado destaca a prova francesa de categoria UCI “a Les Boucles d’Loise Júnior… sem dúvida uma prova que nunca vou esquecer. Não pela prova, mas por ter sido o meu primeiro contacto com um pelotão internacional, o que fez com que ela não corresse nada bem… Mas de onde tirei grandes lições”.

CICLOCROSSE E PISTA

Ricardo Machado teve ainda outras experiências interessantes em 2020, como foi a estreia no Ciclocrosse e Pista… “adorei todas as experiências que tive. Como já referir as experiências que a Seissa me proporcionou foram todas incríveis e tornaram a época positiva”.

Com o arranque da preparação para uma nova temporada, Ricardo Machado teme que a pandemia se prolongue “o meu único receio neste momento é que este vírus não desapareça a tempo do início da próxima época e que isso estrague mais um ano de ciclismo”.

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