A chegada ao alto da Penha na etapa final e o regresso a Melgaço são as novidades do 36.º Grande Prémio do Minho, prova de referência para o escalão de Juniores que se realiza de 16 a 19 de junho.
O GP Minho volta a contar este ano com quatro etapas, mas todas elas em linha, arrancando de Braga e terminando no alto da Penha, depois de quatro dias de intensas disputas pelas melhores classificações naquela que é uma das maiores provas a nível nacional para o escalão.
De resto o GP Minho foi em 2025 a prova com o maior e o mais internacional pelotão entre todas as provas de Juniores realizadas em Portugal, tendo mesmo superado provas de Elites.
A 36.ª edição do GP Minho arranca de Braga e termina em Felgueiras, numa incursão pela zona da AC Porto.
Segue-se uma viagem até Melgaço, marcando assim o regresso do GP Minho, após seis anos, ao concelho mais a Norte de Portugal.
A terceira etapa é já uma ‘habitué’: Famalicão – Oliveira Santa Maria, numa viagem que leva o pelotão Júnior a visitar a maior parte das freguesias famalicenses.
A etapa rainha está marcada para o quarto dia e desenrola-se em Guimarães, com partida simbólica do Campo de São Mamede, com vista privilegiada para o Castelo de Guimarães, e termina no alto da Penha, outro local emblemático da cidade.
Tendo como ‘naming’ 36.º GP Minho – Guimarães’26 Capital Verde Europeia, a prova organizada pela Associação de Ciclismo do Minho conta este ano com a participação de 25 equipas – as 12 melhores nacionais, 11 espanholas, uma francesa e uma holandesa -, e um pelotão superior a 150 atletas.
JOAQUIM MENDES: “QUEREMOS TER UMA PROVA DE QUALIDADE”
Joaquim Mendes, presidente da Associação de Ciclismo, antevê mais um GP Minho de sucesso e com a qualidade, que a prova, o pelotão e o escalão merecem.
“Esperamos que seja um GP Minho competitivo, como tem sido nos últimos anos e não como em 2022 em que tivemos um António Morgado que fazia a diferença dos outros. Mas as últimas edições as disputas pelas várias classificações têm sido até ao último dia. Isso permite-nos adiantar que desportivamente, se calhar, estão bem estruturados os percursos, as etapas, para que tenhamos um pelotão mais competitivo e uma prova disputada até ao final”.
De resto, a ACM avança para a 36.ª edição do GP Minho com o objetivo claro de trazer algo mais… “De ano para ano tentamos aportar algo mais para que, de facto, o GP Minho seja, cada vez mais, seja uma prova de referência para este escalão – Júnior/Sub-19 -, que é o último escalão de Formação. Queremos, como é habitual, ter uma prova com qualidade e de nível alto”.
Qual é o sentimento nesta altura em que o trabalho deve ser imenso? “O trabalho é sempre muito. Isto é acaba-se um e começa-se, de alguma maneira, a planear o ano seguinte. Posso adiantar que já estamos a trabalhar para 2027, temos já, de alguma maneira, garantias de um ou outro municípios e, sem querer adiantar muito, deixar para depois desta 36.ª edição, posso dizer que se calhar vamos subir de nível”, disse Joaquim Mendes, que adiantou que “se calhar 2027 vai ser, outra vez, mais exigente que este último”.





