
“A experiência foi bastante positiva e emocional, ainda mais com a possibilidade de ouvir o nosso hino, o que tornou o momento ainda mais marcante.” Foi desta forma que Joaquim Figueiredo comentou a sua participação nos Jogos do Mediterrâneo, ao serviço da equipa nacional de Ciclismo.
Integrado na comitiva como massagista, o famalicense estreou-se em eventos com o Comité Olímpico de Portugal: “foi a primeira vez que estive num evento do COP. Ao serviço da Federação Portuguesa de Ciclismo já tinha estado em provas na França e República Checa”.
De resto, Joaquim Figueiredo, natural de Famalicão, já esteve do outro lado “entre 2019 e 2022 representei Portugal, através da ANAV (Atletismo Master), em dois Campeonatos da Europa e participei em diversas competições nacionais”.
Adaptou-se bem ao Ciclismo? “Esta modalidade é uma novidade para mim. O trabalho de recuperação é diferente, mas consegui adaptar-me bem e, ao trabalhar com os melhores, tudo se torna mais fácil. Para este evento os atletas vieram da Volta a Portugal, o grupo foi bastante unido e as alegrias foram partilhadas. No Ciclismo o trabalho é muito de grupo e sintonia”.
De lembrar que Portugal participou nos Jogos do Mediterrâneo com seis atletas, com Tiago Antunes a conquistar a medalha de ouro no Contrarrelógio e a prata na prova de Fundo. Rafael Reis conquistou o bronze no CRI. O barcelense Pedro Silva, um dos protagonistas da Volta a Portugal, foi sétimo na prova de Fundo.





