
“A nossa expetativa é que a Rampa das Alegria seja uma autêntica festa do Ciclismo e do convívio no Bairro da Alegria, uma prova referência de Braga e do norte do país”, foi assim que Carlos Direito, da Associação de Moradores do Bairro da Alegria, começou por abordar a Rampa da Alegria, que se realiza no próximo dia quatro de maio, a partir das 20 horas.
Aquele responsável lembrou que “esta é uma experiência pioneira em Braga tanto para os participantes como para quem vive no Bairro da Alegria e na cidade. É uma prova diferente na zona norte do país e que esperamos venha a tornar-se uma referência”.
A Rampa da Alegria é uma escalada em contrarrelógio, que vai passar por três ruas no Bairro da Alegria, numa extensão de 230 metros e uma inclinação de 16,67 por cento. A prova é composta por duas mangas, sendo depois tirado o tempo médio para definir os vencedores, que vão receber vários brindes e prémios.
“Acreditamos que vai ser uma autêntica festa, do Ciclismo, dos ciclistas, dos adeptos e, especialmente, dos moradores do Bairro da Alegria. Para além do desporto, vamos ter dois grupos de música para animar a noite”.
O que levou a Associação de Moradores a organizar esta prova? “Tudo começou com o projeto da Câmara Municipal ‘Viva o Bairro’. Nós concorremos e ficamos em segundo lugar, o que nos permite organizar várias atividades e iniciativas, como passeios, provas de desporto, formações, aulas de música e dança, etc”.
E porque a Rampa? “A ideia foi sugerida pela Junta de Freguesia. Nós tínhamos em mente organizar uma prova de Ciclismo, mas uma coisa mais pequena. A Junta propôs-nos organizar a Rampa numa reunião e então decidimos avançar em parceria com a Junta de Freguesia e a ACM”.
Afirmando que “este vai ser o primeiro ano, o primeiro de muitos esperamos”, Carlos Direito referiu que “a preparação da prova tem sido trabalhosa. Estamos a desbravar caminho, é muita logística. Já estamos a trabalhar na prova há seis meses”.
Quanto a expetativas… “Esperamos acima de tudo que corra tudo muito bem. Como há outras provas na zona norte do país não esperamos uma grande adesão. Se tivermos 50 atletas já consideramos um bom número para a primeira edição e se tudo correr bem, com certeza, que vai chamar a atenção e para o ano será mais fácil de cativar os atletas a participar”.
