CICLISMO

Rodrigo Santos já treina sem limitações

Rodrigo Santos, do CC Barcelos/A.F.F./Flynx/H.M. Motor, já regressou em pleno aos treinos depois de recuperar de uma dupla fratura no tornozelo sofrida em abril.

O ciclista, que chegou ao CC Barcelos esta temporada, sofreu um acidente no final de abril que o afastou dos treinos um longo período, mas, garante, “já estou quase a 100 por cento. Estou a treinar há duas, três semanas sem restrições e penso que no próximo fim de semana já poderei ir a Barcelos treinar com a equipa”.

NOVAS EXPERIÊNCIAS

Rodrigo Santos, que se estreia no escalão de Juniores, recusa, no entanto, fazer um balanço negativo da época, pois “tive novas experiências, como treinar na Pista, e conhecer uma nova equipa. É claro que o acidente e o facto de não haver corridas torna a época menos positiva, mas nem tudo foi mau”.

Sobre a experiência na Pista, o jovem de Vila Nova de Gaia lembra que “gostei muito de ir à Pista. É diferente da Estrada. É tudo mais rápido e dinâmico”.

“No início foi complicado porque nunca lá tinha ido, mas depois de nos habituarmos à inclinação tudo se torna mais fácil. Depois de umas voltas à pista andar lá torna-se natural”, referiu o Rodrigo Santos.

“AS PROVAS DE FAFE E BARROSELAS ROLARAM A UM RITMO DIFERENTE DO QUE ESTAVA HABITUADO”

Depois da experiência na Pista, Rodrigo Santos teve a oportunidade de se estrear na estrada pela nova equipa e, confessa, sentiu diferenças do seu primeiro ano de ciclista federado.

“As provas de Fafe e Barroselas rolaram a um ritmo bem diferente do que eu estava habituado. Deu para perceber no que eu estava a falhar e o que preciso de melhorar”, disse Rodrigo Santos.

Qual foi a principal diferença que notaste? “Talvez o contacto amigável entre os corredores para ganhar e manter posições. Isso foi algo que tivemos de trabalhar em equipa e individualmente para eu me habituar e ficar mais à vontade com tudo isso”.

“O SENHOR ALBERTO SABE COMO NOS MANTER MOTIVADOS”

Entretanto, o calendário de provas foi cancelado devido à pandemia e Rodrigo Santos confessa que “esta situação desmotiva um bocadinho. Mas pior é o facto de marcarem as corridas e cancelarem uma semana depois. Não é fácil”. O ciclista do CC Barcelos salientou que “o senhor Alberto sabe como nos manter motivado. Ele vai ligando durante a semana para dar umas palavras de incentivo”.

Rodrigo Santos iniciou-se no ciclismo o ano passado, alinhando então como Cadete de segundo ano pelo NRV e lembra como tudo começou. “Eu tinha uma bicicletazinha que usava para ir ter com os meus colegas e comecei a gostar de andar de bicicleta. Falei então com o senhor Roxo para ir treinar para o Arca de Noé antes de acabar. Entretanto, comprei uma bicicleta de Estrada e pronto cá estou eu”.

CC BARCELOS: “NEM HESITEI”

O CC Barcelos foi o próximo passo… “a NRV não ia ter categoria de Juniores este ano e já nas últimas provas do ano passado o senhor Alberto veio falar comigo e com outro colega e ofereceu-nos um lugar no CC Barcelos. Eu em hesitei em aceitar”, disse Rodrigo Santos, que adiantou “trabalhar com o senhor Alberto é muito bom. Quando é para trabalhar é para trabalhar e nota-se que ele se preocupa connosco e tem sempre uma palavra de incentivo”.

Quanto a objetivos no ciclismo, o jovem de Gaia não dúvidas: “o principal objetivo é divertir-me. Claro que se aparecerem uns resultados pelo caminho tanto melhor…o meu objetivo pessoal prende-se com a minha forma física, mas não tenho objetivos específicos para as provas. Se eu estiver bem, com certeza, que os resultados vão aparecendo”.

ESTUDOS E CICLISMO

Rodrigo Santos está no 11.º Ano e já tem uma ideia do que pretende seguir, mas refere que “nunca se revelam os planos…mostram-se os resultados”. Certo é que Rodrigo Santos conseguiu, até ao momento, conciliar estudos e ciclismo, embora nem sempre seja fácil.

“Por vezes é complicado conciliar as duas coisas, principalmente na altura de exames nacionais ou quando se chega tarde da escola e ter de se fazer rolos. Os rolos tiram um pouco da essência do ciclismo. A liberdade e o vento a bater na cara, mas há que trabalhar para se atingir o que se quer”.

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