“Partimos para este play-off com espírito de vitória, mas sabendo que não somos os favoritos”, disse Pedro Oliveira, treinador do Vitória SC, sobre a participação no play-off de subida do Campeonato Nacional da II Divisão de Juvenis femininos de Voleibol.
O Vitória SC recebe este sábado, pelas 16 horas, o Gueifães no primeiro jogo do play-off. O segundo jogo realiza-se em Gueifães no dia 16.
Pedro Oliveira garante que a sua equipa “parte motivada e confiante que pode fazer um bom jogo e um bom resultado”, mas lembrou que “não somos os favoritos neste play-off.. Temos de perceber a realidade da nossa equipa. O ano passado metade delas eram suplentes da atual equipa de Juniores; depois desde que há este formato de campeonato, o clube não está habituado a jogar estas fases, quando há uns anos era raro não estar numa Fase Final da Formação”.
“Acredito que a participação neste play-off vai contribuir para que elas melhorem a todos os níveis, que vão crescer como atletas e como equipa”.
Afirmando que “não somos os favoritos”, Pedro Oliveira garantiu, no entanto, que “vamos encarar o jogo ponto a ponto, set a set e vamos lutar com todas as nossas forças para conquistar o melhor resultado possível”.
Que ideia tem do Gueifães? “O Gueifães é um clube com tradição no Voleibol, que não se apurou diretamente para a Fase Final por um ponto. Temos de entrar em campo muito concentradas, com muita atenção. Não temos problemas em dizer que o Gueifães é um pouco mais favorito do que nós, mas vamos para o jogo para o disputar e se não acusarmos a pressão podemos fazer frente ao Gueifães”.
Qual pode ser o ponto forte do Vitória SC neste primeiro jogo? “Eu acho que o que pode fazer a diferença é o nosso bloco e receção… porque no controlo de bola, o Gueifães faz mais do que nós”, disse Pedro Oliveira, que garante “mas não são mais agressivos na vontade de querer do que nós, nem no acreditar. Nós fomos buscar muitos jogos e vencemos muitos jogos em que estivemos a perder. Claro que se pode pensar que tivemos sorte, mas essa sorte dá trabalho.. e ninguém pode acusar a equipa de não trabalhar”.





