Alberto Amaral, do Multimoto/R Star/CimentoTavcim/E.Leclerc, foi o grande vencedor do GP Grândola – 50 anos 25 de abril, quarta e última etapa pontuável para a Taça de Portugal de Master, que se realizou este domingo.
O ciclista dos Arcos de Valdevez fez a prova em 1:56:27 hora, deixando Luís Gomes (Vertentability Cycling Team) na segunda posição a mais de dois minutos.
Com a vitória na prova de Grândola, Alberto Amaral confirmou a vitória na Taça de Portugal, com 160 pontos, mais 15 que Luís Gomes, e ajudou a sua equipa a subir ao segundo lugar do pódio.
Alberto Amaral considera que “conquistar a Taça de Portugal foi muito bom” e adiantou que “em termos coletivos era importante para a equipa conquistar a Camisola da Taça. A nível individual também foi muito bom, porque era um objetivo para esta época”.
Como correu esta última prova? “Era um circuito de 42 quilómetros, em que tínhamos de fazer duas voltas, com uma subida de cerca de quatro quilómetros. Foi nessa subida que se fez a grande diferença. Na segunda volta o ritmo foi bastante forte e consegui ficar só eu do meu escalão”, lembrou Alberto Amaral, que adiantou que “a 30 quilómetros para a meta, eu e os meus colegas pegamos na corrida para não deixarmos chegar mais ninguém ao grupo que estávamos e assim aconteceu. Outras equipas também tinham de lutar por camisolas de outros escalões e a prova nunca mais abrandou, a média final foi de 42.3km/h. Ganhei o sprint, mas para ganhar a Camisola da Taça só precisava de chegar no grupo em que vinha”.
Segue-se o Campeonato Nacional, ainda há muito a trabalhar? Sim. Tenho de treinar bastante com a bicicleta de Contrarrelógio porque o grande objetivo da época é revalidar o título de Campeonato Nacional de CRI”.
A prova de Fundo fica para segundo plano? “Não é bem ficar para segundo plano, é uma prova que não depende só de mim como o Contrarrelógio individual, mas se poder também vou lutar pela Camisola de Campeão”.