
O AVC Famalicão concorda com os moldes anunciados hoje pela Federação Portuguesa de Voleibol para a realização da Supertaça feminina de Voleibol.
A Federação Portuguesa de Voleibol decidiu repartir a Supertaça em duas fases, por dois fins de semana, a disputar em campo neutro e em data a definir. Num primeiro fim de semana defrontam-se Clube Kairós, AVC Famalicão e Porto Volei2014. O vencedor disputará, no segundo fim de semana, a final da Supertaça com o AJM/FC Porto, vencedor da Taça de Portugal.
VÍTOR OLIVEIRA: “ESTA É A FORMA MAIS CORRETA DE SE REALIZAR A COMPETIÇÃO”
Vítor Oliveira, treinador da equipa Sénior do AVC Famalicão, considerou que “de certa forma, esta foi a maneira mais justa que se encontrou para a realização desta Supertaça. O AJM/FC Porto merece estar na final porque venceu a Taça de Portugal. Acho muito positivo decidirem repartir as duas fases por dois fins de semana. Num primeiro fim de semana as três equipas jogam entre si pela passagem à finalíssima e depois a grande final realizar-se noutro fim de semana, dando tempo à equipa que passou de recuperar. Dentro do possível esta é a forma mais correta de se realizar a competição”.
FAVORITISMO TRIPARTIDO
Quanto ao favoritismo, Vítor Oliveira lembra que “tal como foi o decorrer da época, acredito que vamos ter jogos muito equilibrados. Eu lembro que no campeonato nós ganhamos e perdemos com o Clube K e ganhamos e perdemos com Porto Volei2014. Aqui a única diferença é que os planteis vão ser outros. O AVC Famalicão terá jogadoras novas, o Clube K vai ter muitas jogadoras novas e o Porto Volei também. E isto numa competição no início da época pode marcar a diferença, porque ninguém sabe como vão estar as equipas, que diferença vão fazer as contratações. Mas isso será igual para as três equipas e penso que o favoritismo é tripartido”.
“É NOSSA AMBIÇÃO SERMOS FINALISTAS”
Seja como for, o AVC Famalicão parte com o objetivo de atingir a finalíssima… “claro que é nossa ambição sermos finalistas, é para isso que vamos trabalhar. Sabendo que as dificuldades serão muitas porque os adversários são muitos duros, mas tudo faremos para disputar com o AJM/FC Porto a finalíssima da Supertaça”.
Para Vítor Oliveira o grande problema continua a ser a indefinição quando ao regresso aos pavilhões… “infelizmente ainda não temos datas para o regresso das competições, nem mesmo do regresso aos treinos no pavilhão. Calculamos que a época arranque mais cedo, mas também não pode ser muito mais cedo porque não temos autorização para regressar aos pavilhões. Por exemplo o Pavilhão das Lameiras continua como hospital de campanha do Covid-19 e não sabemos quando estará livre. Temos que aguardar, mas claro que tudo isto, para quem está a planear uma época, causa um certo desconforto”.
