Beatriz Pereira, ciclista de Famalicão que alinha no Bairrada, continua a dar cartas na primeira edição da Volta a Portugal Feminina, que termina domingo em Lisboa.
A Campeã Nacional de Juniores voltou a estar hoje na luta pelos primeiros lugares da etapa, uma tirada 72 quilómetros, entre Mafra e Loures, e cortou a meta na 13.ª posição, a quatro segundos da vencedora, Raquel Queirós, a representar o Clube BTT Matosinhos/Velo Performace – JS Campi.
Beatriz Pereira ocupa a sétima posição da Geral Individual, a quatro segundos da Camisola Amarela, a britânica Danielle Shrosbree (Team LDN/Brother UK) e é terceira na Classificação de Juniores.
ILDA PEREIRA E ANA CARAMELO NO TOP15
Ilda Pereira, ciclista de Guimarães que está a representar o Korpo Activo, terminou a segunda etapa da Volta a Portugal na 14.ª posição, enquanto Ana Caramelo, da ATPLINE_União Ciclista de Ponte da Barca, fez 15.º lugar.
A famalicense Daniela Pereira, do Clube BTT Matosinhos, concluiu a etapa na 22.ª posição e é 23.ª na Geral Individual.
Na etapa de hoje Ana Fernandes (UC Ponte Barca) foi 57.º, Rita Lopes, ciclista das Taipas que está em representação da Academia Ciclismo Paredes, terminou em 61.º e Marlene Gonçalves (UCPB) foi 63.º, enquanto a sua colega de equipa Vânia Vilaça fez 64.º.
Para este sábado está marcado o Contrarrelógio individual de 11,1 quilómetros, a disputar num traçado exigente, em Vila Franca de Xira, e que pode ditar algumas diferenças.
DANIELA PEREIRA: “ESPERO FAZER UM BOM CONTRARRELÓGIO”
Daniela Pereira, ciclista de Famalicão que há dois anos trocou o BTT pelo Ciclismo de Estrada, ocupa o top25 da Geral Individual e parte para a terceira etapa com o objetivo de subir algumas posições…
“Vou tentar fazer um bom Contrarrelógio para ver se consigo subir ao Top20”, disse Daniela Pereira, que salientou que “as etapas têm sido intensas, mas estou a conseguir manter-me na luta e isso é importante”.
Daniela Pereira, que partiu para a Volta a Portugal, com o grande objetivo de terminar a prova, referiu que “vou sempre com o grupo da frente, mas a 10 quilómetros da meta aumentam o ritmo e eu deixo-me ficar até apanhar um segundo grupo” e explicou que “nunca sei os meus limites e prefiro resguardar-me a ver se chego a Lisboa, no domingo”.