O SC Braga desloca-se domingo, pelas 15 horas, ao recinto do CV Peso da Régua, em jogo da ronda inaugural do Campeonato Regional/Inter-Regional de Juniores A femininos da Associação de Voleibol de Braga.
O conjunto treinado por José Bastos parte para a nova época com o grande objetivo de “chegar o mais longe possível”, dando assim continuidade aos resultados que obteve nos últimos anos, em que foi Campeão Regional de Iniciados, Cadetes e Juvenis. Foi Campeão Nacional de Cadetes e Vice-Campeão de Juvenis, para além de ter conquistado a Taça Associação Voleibol de Braga.
“VAMOS ENTRAR NESTE REGIONAL COM SERIEDADE E ADAPTAR CADA JOGO ÀS NOSSAS NECESSIDADES”
José Bastos garante que “vamos entrar neste Regional com seriedade e adaptar cada jogo às nossas necessidades, de forma a podermos aproveitar o que cada jogo nos der ao máximo”.
Sobre o novo campeonato, o treinador do SC Braga referiu que “não estou a par dos plantéis das outras equipas. Conheço bem as equipas do ano passado, mas podem haver entradas e saídas assim como alterações nas equipas técnicas. Posso falar do SC Braga e do que espero. A equipa do SC Braga é em parte semelhante à do ano anterior com a consolidação de duas, três atletas que precisavam de adquirir algumas competências e neste momento estão melhores. O foco está em nós, individualmente e coletivamente”.
Sentem alguma responsabilidade pelo facto de terem sido Campeões Regionais nos últimos três anos? “Não. O objetivo é no final do Regional sermos uma equipa melhor independentemente do resultado que obtivermos. Vamos competir para nos superarmos a nós próprios”.
“EU TENHO CONFIANÇA EM NÓS PORQUE SEI DO QUE NÓS SOMOS CAPAZES DE FAZER”
Podemos dizer que é uma equipa candidata a lutar pela Fase Final Nacional? “A partir do momento que entramos numa competição, o objetivo é chegar o mais longe possível. Isso, claro, estará dependente do quanto estivermos dispostos a trabalhar. O trabalho acaba sempre por compensar”.
Esta equipa já junta há vários anos, isso permite-vos encarar a época com mais confiança? “O facto de estarmos tanto tempo juntos faz com que saibamos melhor quem é, como é, e o que é capaz de fazer cada um de nós. Sabemos o que cada um fez, abdicou e passou para estar aqui e isso dá-nos mais confiança para olhar para o lado e saber que se eu for, o meu colega do lado vai também. Eu tenho confiança em nós porque sei do que nós somos capazes de fazer”.