BASQUETEBOL

Jorge Henriques: “é extremamente importante a chamada desta nossa atleta”

“Foi com enorme orgulho que recebemos a notícia da inclusão da Beatriz Oliveira neste estágio de observação para a Seleção Nacional de Sub-16 Femininos”, disse Jorge Henriques, coordenador da secção de Basquetebol do SC Maria da Fonte, que considera que a chamada da atleta “é extremamente importante para o clube”

O primeiro estágio da Seleção Nacional de Sub-16 feminina de Basquetebol da época está marcado para os dias 21 a 23 em Pombal e conta com a presença de nove as basquetebolistas minhotas, entre elas Beatriz Oliveira, atleta que se sagrou, no seu primeiro ano de Sub-16, Campeã Distrital da categoria, numa prova disputada na Póvoa de Lanhoso, em finais de 2019. A atleta chegou a ser chamada ainda algumas vezes à equipa de Sub-19.

“MOTIVAÇÃO EXTRA PARA TODOS”

Jorge Henriques salientou que “após esta longa paragem competitiva não contávamos com esta chamada, que acaba por ser mais um motivo de motivação extra para todos no Clube”.

Questionado sobre se estavam a contar com a chamada de uma atleta do clube aos trabalhos da Seleção, aquele responsável referiu que “para nós foi uma boa surpresa. Não estávamos à espera, pois sem competição é ainda mais difícil para clubes como o nosso, de uma vila que está longe dos grandes centros e dos grandes palcos mediáticos, continuar a ter espaço para que as nossas atletas consigam marcar presença assídua nestes estágios”.

“É verdade que a Beatriz é uma atleta que já anda a ser observada há alguns anos. Se não me engano, já desde Sub-12, onde surgiu a sua referência inicial e deste então tem participado em vários estágios de observação para as Seleções Nacionais, bem como em vários ‘Campus de aperfeiçoamento’. Sendo atleta assídua das Seleções Distritais de Sub-12, Sub-14 e Sub-16 Femininos. Não deixando de ser surpreendente para nós esta nova inclusão, num ano tão atípico e em que já não temos competição desde meados de março de 2020”.

Jorge Henriques considera que “para o nosso clube é extremamente importante a chamada desta nossa atleta, bem como de outras que também já tiveram este mesmo percurso. Acaba por ser o resultado do bom trabalho que fazemos, que também só é possível devido à grande aplicação das nossas atletas, que são incansáveis no trabalho e dedicação ao clube. Têm demonstrado uma enorme capacidade de aprendizagem e sacrifício, bem como lealdade ao clube e ao grupo em que estão inseridas. Isto é para nós a base do nosso trabalho e dá-nos cada dia mais força e vontade de trabalhar para lhes proporcionarmos todas estas vivências na modalidade”.

REGRESSO AOS TREINOS MARCADO PELA ALEGRIA E ENTUSIASMO

O Maria da Fonte já regressou aos treinos do pavilhão com todas as equipas e a reação dos atletas não podia ser melhor…

“O regresso aos treinos foi recebido por todos os atletas com enorme alegria. Regressamos em pleno com todos os escalões que tínhamos até à paragem: Sub-8, Sub-10, Sub-12, Sub-14 Masculinos, Sub-14 Femininos, Sub-16 Femininos e Sub-19 Femininos. Foi um regresso extremamente satisfatório para nós, pois conseguimos manter o número de atletas que tínhamos inscritos até à paragem obrigatória que tivemos em meados de janeiro. Com alguma surpresa, temos vindo a receber novos atletas que querem experimentar a modalidade e estamos a conseguir fidelizá-los aos poucos, quer no masculino quer no feminino”, disse o coordenador da secção do Basquetebol do Maria da Fonte.

“ESTAMOS A FAZER UM TRABALHO DE BASE… AO NÍVEL DA TÉCNICA INDIVIDUAL”

Jorge Henriques considera que “os trabalhos em cada escalão estão a correr bem. Estamos a ir devagar, pois a paragem foi longa e estamos a fazer de novo um trabalho de base, principalmente ao nível da técnica individual em todos os escalões. Ainda nem duas semanas completas de treino temos, por isso, estamos a ir com calma e com o foco na técnica individual, não querendo nunca queimar etapas na formação dos nossos atletas, sejam eles de que escalão forem”.

“Sempre trabalhamos muito na base da técnica individual, reação à bola e nas leituras, pois entendemos, como clube de Formação, serem estes os aspetos que os nossos atletas devem dominar. Daí que estamos, neste momento, a ‘relembrar’ alguns destes aspetos aos nossos atletas e a fazê-lo de forma repetitiva, quantas vezes forem necessárias, para que o consigam assimilar e assim podermos avançar nos trabalhos”, disse aquele responsável, que adiantou que “com isto, a verdade é que ainda muito pouco trabalho coletivo fizemos, pois o nosso foco neste momento é o individual”.

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