CICLISMO

Pedro Fernandes e David Martins reforçam luta pelo título de Campeão do Minho

Os vimaranenses Pedro Fernandes e David Martins estiveram em alta no 6.º BTT DHI Moto Galos, terceira e penúltima etapa do Campeonato do Minho de BTT DHI – CISION, que se realizou domingo, no Monte do Facho, em Barcelos, e reforçaram a luta pela conquista da camisola de Campeão do Minho.

Pedro Fernandes, que fez uma primeira descida acima dos 2.11m, realizou uma manga final muito mais rápida, 1.57m, e assegurou o terceiro lugar do pódio, ficando a escassos centésimos de segundo do primeiro lugar, conseguido pelo espanhol Victor Mariño, do X Bikes CC, que fez 1:57:034m. Na segunda posição ficou André Agostinho Ferreira, que fez o tempo de 1:57:835m, enquanto o vimaranense Pedro Fernandes foi terceiro classificado.

DAVID MARTINS FEZ QUARTO LUGAR

David Martins terminou na quarta posição, ainda dentro do 1.57m, o que lhe permitiu amealhar os pontos necessários para se manter na luta pelo título de Campeão do Minho.

A decisão será conhecida no 21.º BTT DHI ACRAP, prova que se realiza em Proselo, Arcos de Valdevez a 17 de outubro.

FILIPE SILVA QUINTO

Filipe Silva, da Bike House DH Team/Guimarães, foi o quinto mais rápido no DHI Moto Galos e continua na luta pelos lugares cimeiros no Campeonato do Minho.

Filipe Silva, Campeão do Minho em título, não teve um ano fácil, contraiu uma lesão que o obrigou a ficar de fora do DHI da Penha, o que o atrasou na corrida pela revalidação da camisola.

No top 10 ficaram ainda João Paulo Oliveira, Ivo Teixeiora, Tiago Fernandes (Bike House), Nuno Martins e Carlos Nuñez (VK Bikes C).

Em Femininos, Sara Teixeira Ferreira, do Maiatos, gastou 2:43:719m a fazer a descida final e subiu ao primeiro lugar do pódio.

PEDRO SOUSA (MOTO GALOS) FAZ BALANÇO POSITIVO

Pedro Sousa, presidente da Associação Clube Moto Galos de Barcelos, fez um balanço positivo do regresso do Downhill ao Monte do Facho.

“Foi uma prova que correu muito bem e foi muito bom regressar depois da paragem da competição devido à pandemia. Apesar de não haver provas, a equipa de DHI do Moto Galos nunca esteve parada e continuou a fazer a manutenção da pista e a ter aqui muitos atletas a treinar”.

“Agora conseguimos regressar à organização de uma prova de DHI e correu tudo muito bem. O dia esteve com as condições ideais para a prática da modalidade e conseguimos tirar proveito da chuva que se fez sentir durante a semana e que anulou o pó. O percurso também estava em excelentes condições e penso que assistimos a uma corrida de grande nível. Penso que atletas e público levam daqui grandes recordações e com vontade de voltar”.

Contava ter aqui tantos atletas? “Nós temos sempre expetativas altas, mas o que é certo é que este ano ultrapassamos as duas últimas edições em termos de número de participantes. Para nós isto foi excelente e dá-nos um alento para continuar e penso que é um sinal de que a modalidade está em crescimento”.

Afirmando que “viu-se aqui que a modalidade está viva e recomenda-se”, Pedro Sousa adiantou que “isto alegra-nos e motiva-nos a continuar, porque isto dá muito trabalho e tem muitos custos. Não é fácil ter uma pista em condições e a funcionar todo o ano. Esta é uma pista permanente e é bom ver o retorno desse trabalho”.

Pedro Sousa garantiu que o Moto Galos continuar a apoiar a equipa de Downhill e até estará disposta a receber uma equipa de Escolas… se surgir.

“O Moto Galos sempre foi aceitando tudo o que nos foram solicitando e o DHI foi mesmo a primeira modalidade, fora na nossa génese – o Motociclismo – a surgir. Foi uma aposta que fizemos e tem dado os seus frutos. Temos uma pista permanente, que poucos clubes têm. Agora quanto à Escola, estamos abertos, se houver procura, nós teremos de acompanhar, apoiar e ajudar porque eles são o futuro da modalidade. Para já não temos nada em cima da mesa, mas se surgir iremos dar o apoio necessário”.

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