CICLISMO

Diogo Saleiro e CC Barcelos vencem Prémio Ciclismo Festas do Concelho de Fafe

Diogo Saleiro e o CC Barcelos/A.F.F./Flynx/H.M. Motor foram principais protagonista do Prémio Ciclismo Festas do Concelho de Fafe, quarta prova do Campeonato do Minho de Ciclismo de Estrada – Arrecadações da Quintã.

A corrida, que contou com 74 ciclista à partida, percorreu estradas dos concelhos de Fafe, Cabeceiras de Basto, Póvoa de Lanhoso e Guimarães, tendo coroado Diogo Saleiro como o grande vencedor.

O Prémio Ciclismo Festas Concelho de Fafef iniciou-se, praticamente, com a fuga de um grupo de sete ciclistas, que se manteve, mais ou menos, junto até aos quilómetros finais. A fuga foi ganhando terreno e rapidamente chegou ao minuto de vantagem sobre um segundo grupo, que tentou sempre contrariar as pretensões dos fugitivos. Para trás o pelotão ressentiu-se com o ataque e o intenso calor que se fazia sentir e foi perdendo tempo.

Com o passar dos quilómetros, o grupo de sete ficou reduzido a cinco – Diogo Saleiro (CC Barcelos), Tomás Sacramento (Bairrada), Tiago Nunes (ADRAP), Duarte Domingues (EC Bruno Neves) e Sérgio Magalhães (Santa Maria Feira). Marcelo Soares (Seissa) foi o último atleta a descolar, mas conseguiu manter-se na luta até ao final.

O quinteto chegou junto a Fafe e decidiu a corrida ao sprint, com Diogo Saleiro – com uma bicicleta de substituição – a ser o mais forte e a conseguir a primeira vitória individual da época. Tomás Sacramento (Bairrada) cortou a meta na segunda posição e Tiago Nunes (Silva&Vinha/ADRAP/Sentir Penafiel) foi terceiro.

Marcelo Soares (Seissa), apesar das imensas dificuldades para se juntar ao grupo, conseguiu cortar a meta na sexta posição, a 33s do grupo da frente.

Sérgio Saleiro (CC Barcelos) foi sétimo classificado e o seu colega de equipa André Ribeiro terminou em 10.º, o que garantiu desde logo a vitória coletiva.

No top20 ficaram ainda João Fernandes (CC Barcelos) e Leonardo Mendes (Tensai/Sambiental/Santa Marta).

Diogo Carreiras e Miguel Peixoto (Seissa) e Diogo Mendes (vimaranense da Academia Ciclismo Paredes) também completaram a prova.

DIOGO SALEIRO: “CONSEGUI CONTROLAR BEM…”

“Estou muito satisfeito e contente com esta vitória”, foi assim que Diogo Saleiro, do CC Barcelos, comentou a sua primeira vitória da época.

Diogo Saleiro salientou que “foi uma corrida que consegui controlar bem”, mas garante foi bastante dura: “a corrida não começou da melhor forma porque não consegui correr com a minha bicicleta. Tive que correr com a da equipa e não estou habituado a ela. Os primeiros 30 quilómetros passei um bocado mal, mas depois fui melhorando e habituando à bicicleta e consegui gerir a prova. Fiz uma corrida inteligente e consegui ganhar”.

Diogo Saleiro salientou que “esta vitória traz uma motivação extra para as provas que se aproximam. Que seja a primeira de muitas mais para mim, para o meu irmão e para a equipa”.

O ciclista de Barcelos lembrou que “a equipa está a fazer um bom trabalho, esta é já a nossa segunda vitória nas provas da ACM, mas temos ido sempre ao pódio. É uma equipa jovem, muito bem construída e unida. Tivemos alguns percalços no início da época, mas agora está a correr tudo bem e isto não é como começa, é como acaba”.

CC BARCELOS VENCE COLETIVAMENTE

O CC Barcelos, que já tinha vencido a prova em Palmeira e subido ao pódio em Barcelos e Prémio Cidade de Fafe, garantiu a vitória por equipas ao colocar três ciclistas no Top10.

Santa Maria da Feira/Segmento D’Época/Reol terminou na terceira posição e Escola Ciclismo Bruno Neves em terceiro. A Seissa|KTM-Bikeseven|Matias&Araújo|Frulact fez quarto lugar por equipas.

ALBERTO COSTA: “TEMOS TRABALHADO MUITO E BEM”

“Temos trabalhado muito e bem para isto” começou por afirmar Alberto Costa, diretor desportivo do CC Barcelos, que garantiu que “estou super contente com eles”.

Alberto Costa apresentou-se em Fafe com seis atletas: “a equipa está a ficar curta, mas é com eles que vou ter de me defender na Volta a Portugal e nas próximas corridas. Começamos com oito, dois já desistiram porque isto dá muito trabalhado e eu gosto que eles trabalhem e que cheguem às corridas e mostrem o que andaram a treinar. A prova está aqui, quem trabalha durante a semana, consegue ver os frutos ao fim de semana”.

Sobre a corrida em si, Alberto Costa salientou que “foi uma corrida muito dura, mas os ciclistas é que a fizeram mais dura ainda porque eles arrancaram logo a atacar. Os sete que arrancaram para a fuga atacaram nos primeiros quilómetros e o segundo grupo, onde metemos dois atletas, também estiverem sempre na luta”.

Afirmando que “foi uma corrida bem trabalhada”, Alberto Costa salientou que “foi uma vitória merecida, eles merecem porque têm trabalho muito e bem”.

Um incentivo para o que vem aí? “Sem dúvida, temos pela frente várias provas importantes, como a Volta a Portugal e, espero, o GP Minho”.

Alberto Costa lembra que “a pandemia veio estragar muita coisa e provocou uma grande desmotivação a todos, mesmo a quem tem de organizar os eventos, às Câmaras e outros organizadores, o que faz com que haja um calendário curto. Sei que é complicado…” e adiantou que “no que nos diz respeito, só podemos constatar que tivemos um ano parados e este ano com meia época decorrida poucas foram as corridas que fizemos. Há muita indefinição, vamos ver o que ainda se pode fazer. Nós continuamos a trabalhar e estaremos sempre prontos para entrar da discussão das corridas”.

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