FUTSAL

Piratas de Creixomil: “cancelamento das provas não pode apagar todo trabalho”

O Piratas de Creixomil mostra-se insatisfeito com a decisão de Federação Portuguesa de Futebol que decidiu cancelar os campeonatos sem a atribuição de subidas de divisão.

O clube de Guimarães que liderava o Campeonato Inter-Distrital da Associação de Futebol de Braga/AF Viana do Castelo, com 57 pontos conquistados em 20 jogos realizados, diz-se compreensivo com o cancelamento das provas porque “continuam a não estar reunidas as condições de saúde pública para que clubes com estruturas amadoras, como é próprio das provas em que participam, possam treinar e competir em segurança”.

Mas lembra que “a decisão de cancelamento das provas não pode apagar todo trabalho, dedicação, sacrifício, investimentos pessoais e espectativas de uma época que para os Piratas de Creixomil começou em julho de 2019, e no caso da nossa equipa sénior tem sido de enorme excelência estando classificados em primeiro lugar do Campeonato Interdistrital (A.F. de Braga/A.F. de Viana do Castelo) desde o final da primeira volta do campeonato, ao fim de 22 jornadas disputadas com 21 triunfos e apenas com uma derrota”.

 

VERDADE DESPORTIVA

 

O Piratas de Creixomil considera que “a situação que vivemos não pode abalar os valores do desporto neste caso do futsal, nem a garantia da verdade desportiva pode estar em causa”, apelando, por isso, “a uma maior união, maior capacidade de diálogo e bom-senso para encontrar um equilíbrio nas decisões a tomar”.

Em comunicado, a equipa de Creixomil refere que “consideramos por bem que não sejam reconhecidos campeões distritais, uma vez que a mesma competição não irá terminar, mas entendemos que é fundamental que seja aplicado as subidas de divisão em cumprimento das regras e valores já mencionados. Caso a decisão não seja a subida de divisão, consideramos que estão a prejudicar estas equipas que estão em condições de alcançar este objetivo”.

O Piratas de Creixomil associa-se assim ao repto feito pela Academia de Futsal GD MATA/AABUI, que conta já com várias assinaturas, e que apresenta três propostas para solução destas subidas de divisão, achando os Piratas de Creixomil que a proposta n.º 2 a que melhor irá satisfazer todas as partes envolvidas.

 

PROPOSTAS APRESENTADAS

Proposta 1 – Criação da 3ª Divisão Nacional

Criação da III Divisão Nacional com a distribuição das equipas e organização das diferentes séries por zonas geográficas, a ocorrer através da ocupação dessas vagas pelas equipas que estão a disputar as competições distritais em 2019/2020, ou seja, subiam tantas quantas as equipas necessárias para ocupar todas as vagas.

Proposta 2 – Criação de mais duas séries na 2ª Divisão Nacional

Aumentar de 6 para 8 o número de séries, que serão igualmente constituídas por 10 equipas em cada serie. Sendo que a série dos Açores aumentava unicamente o número de equipas de 8 para 10.

Neste cenário, como não é aumentado o número de equipas por série, o número de jornadas seria igual ao que existe atualmente. Para disputar a fase de subida seriam unicamente apurados os vencedores das respetivas séries. Sendo que o número de equipas que iriam descer, teria que ser encontrado tendo em conta o arranjo no número de equipas e as competições para a época desportiva 2021/2022.

Proposta 3 – Aumentar o número de equipas em cada série da 2ª Divisão Nacional

Aumentar o número de equipas por séries, mantendo deste modo as séries atualmente existentes. As 20 equipas dos campeonatos distritais, seriam enquadradas do seguinte modo: 4 séries com 13 equipas (mais 3 que atualmente) e 2 séries com 14 equipas (mais 4 que atualmente).

Contudo, este modelo poderá representar um enorme esforço de todos os envolvidos, dado que o número de jogos aumenta significativamente.

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