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Modalidades coletivas com tarefa complicada para regressarem à competição

As modalidades coletivas, nomeadamente, a Formação, consideradas de médio e alto risco, vão ter imensas dificuldades para regressar às competições.

A norma 36 foi atualizada hoje e, ao contrário do que seria esperado, as medidas não foram aliviadas. Aliás o governo apresenta exigências incomportáveis para grande parte dos clubes e mesmo associações das várias modalidades amadoras, pois obriga à realização de testes rápidos antigénio (TRAg) no dia dos jogos.

No ponto 22 pode, entretanto, ler-se que “para a retoma das atividades desportivas é obrigatória a apresentação de um resultado
negativo num teste laboratorial para SARS-CoV-2, realizado nos termos da Norma 019/2020 da DGS até 72 horas antes do inicio das atividades, por parte de todos os praticantes de escalões de formação de modalidades desportivas de médio e alto risco”.

Quanto ao regresso da competição, a norma refere que as modalidades consideradas de médio risco – onde estão Voleibol, Basquetebol, Hóquei em Patins, etc – são obrigadas a fazer testagens aleatórias a metade dos atletas, equipa técnica e árbitros que exerçam a sua atividade sem máscara, em concelhos com taxa de incidência inferior a 120 casos por 100 mil habitantes.

Estas medidas agravam-se nas modalidades consideradas de alto risco – como o Rugby, Boxe, Taekwindo (kiorugy), Dança, Lutas Amadora – em que é obrigatória a realização de teste a toda a equipa e equipa técnica para os treinos e a realização de testes a todos os agentes desportivos envolvidos diretamente na competição, realizados no dia da mesma.

Todas estas medidas agravam-se quando o concelho tem uma incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes.

Aliás para que possam treinar os clubes terão de fazer testes a metade da equipa e equipa técnica de 14 em 14 dias.


Portanto, o governo, que deu autorização para o regresso aos treinos a partir do dia 18 de abril, com as competições a arrancarem a um de maio, torna, praticamente, incomportável o regresso aos treinos normais, principalmente, da Formação.

Já os desportivos considerados de baixo risco – onde estão o Atletismo, Natação, Ciclismo, Canoagem – podem regressar aos treinos e competições sem a realização de testes, mas seguindo as regras sanitárias definidas pela DGS.

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