CANOAGEM

Canoístas minhotos em estágio

Os canoístas minhotos Fernando Pimenta, Joana Vasconcelos, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Batista e Teresa Portela, atletas integrados no Projeto Olímpico, continuam os trabalhos de preparação tendo em vista as competições marcadas para 2021, muito em especial os Jogos Olímpicos de Tóquio.

Seguindo todas as regras impostas pela pandemia de Covid-19 e um rigoroso plano de segurança, os atletas trabalham em vários pontos do país, aproveitando os excelentes espelhos de água existentes em Portugal.

Assim, o limiense Fernando Pimenta e a canoísta de Amares Joana Vasconcelos, acompanhados pelo técnico Hélio Lucas, cumprem, até ao dia 27 de novembro, o plano de preparação idealizado para este final de 2020, em Avis, no Alto Alentejo.

Fernando Pimenta e Joana Vasconcelos, que subiram ao pódio na única Taça do Mundo de Velocidade realizada este ano, em Szeged, na Hungria, apontam aos Jogos Olímpicos de Tóquio, transferidos de 2020 para 2021 devido à Covid-19.

Entretanto, o canoísta de Braga Emanuel Silva, o esposendense João Ribeiro e o atleta de Prado Messias Batista, acompanhados de David Varela, formam o K4 Sénior Masculino, que já está apurado os Jogos Olímpicos, e trabalham até ao dia 21 de novembro, em Ferreira do Zêzere. O K4 é acompanhado pelo técnico Rui Fernandes, e já tinha estado em estágio no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, de 2 a 14 de novembro.

Teresa Portela, canoísta de Esposende, está a estagiar em Pontevedra, Espanha até ao dia 27 de novembro.

Em Caniçada, Terras de Bouro, está a estagiar a equipa de Sub-23 Feminina composta pelas minhotas Maria Inês Brandão (CN Prado) e Inês Costa e Francisca Carvalho, (CN Ponte Lima). No estágio participa ainda Francisca Laia e as canoas seniores masculinas de Bruno Afonso e Marco Apura, que integram, igualmente, o Projeto Olímpico e estão acompanhados pelo técnico Jaroslav Radon.

Fotos: FPC

 

Comentários

Artigos relacionados

Botão Voltar ao Topo

COVID-19

Nas áreas afetadas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda medidas de higiene e etiqueta respiratória para reduzir a exposição e transmissão da doença: • Medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e a boca quando espirrar ou tossir, com um lenço de papel ou com o antebraço, nunca com as mãos, e deitar sempre o lenço de papel no lixo; • Lavar as mãos frequentemente. Deve lavá-las sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com pessoas doentes. Deve lavá-las durante 20 segundos (o tempo que demora a cantar os “Parabéns”) com água e sabão ou com solução à base de álcool a 70%; • Evitar contacto próximo com pessoas com infeção respiratória; • Evitar tocar na cara com as mãos; • Evitar partilhar objetos pessoais ou comida em que tenha tocado. Seja responsável, faça a sua parte. Respeite o isolamento social. #JUNTOSVENCEREMOS