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AD Esposende pondera participar na Poule de Subida à II Divisão

A Associação Desportiva de Esposende está a ponderar participar na Poule de Acesso à II Divisão de voleibol masculino. Segundo os critérios anunciados na última sexta-feira, a ADE pode candidatar-se a participar na Poule que vai definir as equipas que sobem de divisão.

A AD Esposende, que disputava a Série A do Campeonato Nacional da III Divisão Masculina, recebeu a notícia com otimismo moderado, até porque depende sempre da disponibilidade do pavilhão.

“Relativamente à poule de acesso à II Divisão, estamos a ponderar a inscrição da nossa equipa. Mas a realidade é que não dispondo a ADE de um pavilhão próprio terá que articular a utilização das instalações da escola em períodos em que normalmente tal não acontece”, começou por referir Rui Pedro Ribeiro, responsável pela secção de Voleibol da AD Esposende.

“ANALISADOS OS CUSTOS E OS RISCOS DA PARTICIPAÇÃO”

Rui Pedro Ribeiro adiantou que “estão a ser também analisados os custos e riscos da participação para atletas e staff do clube, isto porque pretendemos assegurar um regresso sem problemas, o que pressupõe a imposição de novas rotinas e de cuidados que até aqui não faziam parte do nosso dia-a-dia”.

“Os nossos atletas decidirão por si, sendo respeitada a decisão de cada um, quanto à participação em competição”, disse ainda aquele responsável.

Quanto à formação dos plantéis das equipas seniores, Rui Pedro Ribeiro referiu que “em princípio manteremos todo o grupo, embora em setembro haja sempre surpresas. As grandes incógnitas serão as atletas que entrarão este ano na universidade”.

“CONTINUAMOS APOSTADOS EM FORMAR ATLETAS PARA O VOLEIBOL ”

A Associação Desportiva de Esposende vai continuar a apostar na sua formação e Rui Pedro Ribeiro afirmou que “continuamos apostados em formar atletas para o Voleibol. O trabalho realizado vem dando frutos, as nossas atletas passam a ser reconhecidas no meio voleibolístico e a formação dos outros clubes aborda insistentemente algumas atletas da ADE, com convites para mudanças de ares”.

“Este processo é sintomático da dificuldade em recrutar e trabalhar atletas nos dias de hoje. Recrutar e formar atletas é hoje uma tarefa muito difícil, lidar com diferentes personalidades, identificar talentos, acompanhar e medir a evolução e, principalmente, manter o entusiasmo pela modalidade… é muito trabalhoso. Nós na ADE trabalhamos com atletas que surgem no voleibol aos 13/14 anos de idade… que passados dois anos estão a ser cobiçadas por clubes que têm atletas com 7/8 anos de voleibol”.

EQUIPA A DISPUTAR O CAMPEONATO NACIONAL E ATLETAS NA SELEÇÃO DO MINHO

Rui Pedro Gomes adiantou que “na realidade, um projeto de formação que ainda não tem quatro anos já conseguiu atingir alguns marcos importantes. Nesta época, que terminou abruptamente, alcançamos alguns dos objetivos a que, desde o início, nos propusemos… ter uma equipa a disputar o Campeonato Nacional e ter atletas na Seleção do Minho”.

Qual a razão para o sucesso? “Acho que parte deste sucesso, se deve ao entusiasmo e paixão que todos temos pela modalidade, desde atletas até ao presidente do clube. Como é evidente o amadurecimento do projeto contribuirá para um menor entusiasmo, então essa será a nossa luta… manter sempre este entusiasmo e paixão”.

Quanto à próxima época: “pretendemos manter uma aposta forte na formação, criando as melhores condições possíveis para a evolução das nossas atletas. As dinâmicas estão criadas, as equipas de trabalho desenhadas… só esperamos que as ‘portas sejam abertas’ para trabalhar!”.

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