CICLISMO

Marco Marques encantado com estreia nos Sub-23

Marco Marques, ciclista de Viana do Castelo que alinha na Sicasal/CM Torres Vedras, estreou-se este ano no escalão de Sub-23. O ciclista vianense participou em três provas – Prova de Abertura, Clássica da Primavera e Don Benito, em Espanha – e faz um balanço positivo da sua participação.

Marco Marques, que fez a sua formação na Tensai/Sambiental/Santa Marta, mostra-se satisfeito pela experiência que teve em correr ao lado de grandes ciclistas e pelo ritmo das corridas, bem diferentes das de Juniores…

“CORRER NOS SUB-23 É MUITO DIFERENTE DO QUE ERA EM JUNIORES”

“Correr nos Sub-23 é muito diferente do que era em Juniores. O nível, o ritmo, o estar no mesmo pelotão com os profissionais, muitos deles que eu, em pequeno, apenas via na televisão e este ano tive a oportunidade de correr com eles”, começou por referir Marco Marques.

Sobre as provas, o ciclista de Viana do Castelo referiu: “começamos bem, logo na primeira corrida do ano a Sicasal/CM Torres Vedras ganhou por equipas de clube. Foi um entrar com ano com o pé direito, apesar da queda de dois colegas, mesmo no fim da corrida”.

“DON BENITO… FOI UMA CORRIDA QUE GOSTEI DE FAZER”

Seguiu-se a experiência em Espanha: “em Don Benito foi espetacular, nunca tinha feito corrida assim, com tanto vento, com o ritmo elevado, com as tentativas de ‘abanicos’. Foi uma corrida que gostei de fazer, não pelo resultado, mas sim pelo ambiente de corrida”.

“A última corrida que tive oportunidade de correr, infelizmente para todos nós, foi a Clássica da Primavera. Aí sim passei mal com muita chuva e as passagens no monte São Félix, foram coisas que não me ajudaram em nada mesmo”, referiu Marco Marques, que acrescentou que “só tenho a agradecer à equipa e ao treinador por me terem dado a oportunidade de participar nestas corridas”.

NERVOS E RITMO ELEVADO

Marco Marques confessa que “senti-me muito nervoso nas primeiras corridas, muito ansioso apenas por estar a correr no mesmo pelotão que os ‘grandes’ ciclistas”, mas as grandes dificuldades surgiram com: “o ritmo elevado das corridas e durante muitos quilómetros. Parece que não se cansam…”.

Entretanto, surgiu a pandemia e a suspensão das provas: “esta paragem não é nada benéfica. Quando regressarem as provas vamos ter que passar tudo outra vez. Nós, atletas de primeiro ano, já começávamos a ter um pouco mais de ritmo, a perder os nervos lá no meio, agora ao regressarem as provas vamos passar por tudo outra vez”.

TREINOS NOS ROLOS

Marco Marques mantém a preparação, agora feita, sobretudo, em casa, seguindo um plano de treinos enviado pelo treinador: “o treinador tem me enviado o plano de treinos, tudo nos rolos, que nesta fase é o melhor que fazer, apesar dos rolos serem desanimadores para nós ciclistas. Por isso, há vezes saio para a estrada sozinho e fazendo um treino curto”.

Para o ciclista vianense a atual situação acaba por causar mais stress que as corridas porque “agora não se pode confiar em nada quando se sai de casa, não há aquela companhia para treinar que nos ajuda a manter motivados. Nas corridas há um clima de nervos porque todos queremos fazer as coisas bem feitas, mas nesta altura é bem pior, até porque acabamos por não saber quando vamos poder regressar às provas. Há uma indecisão muito grande sobre tudo”.

Marco Marques mostra-se esperançado que tudo se resolva rapidamente para voltar à estrada e às corridas: “eu prefiro correr a treinar, por isso, aguardo ansiosamente que as corridas regressem”.

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